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Adolescentes são flagrados praticando pesca predatória em Guaçuí

Dois adolescentes de 16 anos foram flagrados, na tarde deste domingo (11) praticando pesca predatória na Cachoeira da Tremedeira, zona rural de Guaçuí. A ação ocorreu devido a intensificação da fiscalização no da piracema.

Com os jovens a Polícia Militar Ambiental (BPMA) encontrou uma tarrafa de 1,70 metros de comprimento, com malha de dois centímetros entre ângulos, e uma sacola com cerca de dois quilos de peixes vivos, que foram soltos no rio Veado.

O Conselho Tutelar foi acionado, juntamente com as mães dos menores, para serem tomadas as providências legais para o caso.

Segundo o sargento Edmar Andolfi e sua equipe, a polícia ambiental além de estar intensificando as fiscalizações em horários alternados no local, e em outras partes da região do Caparaó, está também recebendo as denúncias pelo telefone (28)3553-2042. “Nesse período da piracema estamos, por meio de nossas equipes, intensificando as fiscalizações na região e contamos com a colaboração das pessoas no tocante a denúncias as quais poderão ser feitas de forma anônima”, enfatizou.

Ainda segundo os policiais, apesar da proibição, muitos pescadores continuam praticando atividade de pesca, que nessa época se torna ilegal, pois interfere no equilíbrio biológico dos mananciais, gerando por consequência, diminuição da população de peixes.

Piracema

Durante o período de piracema, fica proibida qualquer atividade de pesca nas águas públicas dentro do continente. Inclusive os pescadores profissionais ficam proibidos de pescar com o uso de redes, tarrafas e outras armadilhas, à exceção do jequi; sendo apenas permitido a todos os pescadores o uso de linha de mão, vara com caniço simples e anzol, às margens de rios e reservatórios.

Também é proibida a pesca em quaisquer rios, lagos e lagoas, mediante a utilização dos seguintes equipamentos: redes de arrasto, redes de espera com malhas inferiores a 70 milímetros, tarrafas com malhas inferiores a 50 milímetros, covos, fisga e garateia, espinhel, rede eletrônica, explosivos e substâncias tóxicas.

De acordo com as normas estabelecidas em Decreto Federal, quem for flagrado desrespeitando a legislação poderá sofrer uma multa de R$ 700,00 a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20,00 por quilo ou fração do produto da pescaria. E terá todo o material usado na atividade de pesca e o pescado apreendidos. Além do pagamento de multa, a pessoa física ou jurídica responderá por crime ambiental, com pena de detenção de um a três anos.

 

  • Escrito por Jornalismo 90.5 FM
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